terça-feira, 30 de outubro de 2012

VELEJANDO PARA O SACO DO CÉU

Olá Pessoal,

Ainda sobre o final de semana em que o MYSTIC foi pela primeira vez ao Saco do Céu, preparei um vídeo da nossa velejada.

Espero que gostem!!!

Bons Ventos!!!

 
 
 

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

NOVOS EQUIPAMENTOS

Aproveitei que estou de férias e fui à Angra no meio de semana para dar um trato no MYSTIC e instalar novos equipamentos.

Na verdade, não consegui realizar a faina toda, pois a lista de afazeres é bem grande. Não consegui sequer lavar o barco, pois perdi praticamente o dia inteiro para instalar uma placa solar.

Nunca tivemos problemas de falta de energia a bordo, mas eu sempre ficava incomodado com isso e fatalmente ficava controlando com punho de ferro o consumo. Agora com uma placa solar carregando a bateria, posso relaxar um pouco mais.

O equipamento instalado é uma placa Komaes KM20, de 20 watts que me fornece, em média, 5A por dia. No conjunto, também foi instalado um controlador de carga Phocos, modelo CML20, com capacidade para administrar uma carga de até 20A.

Aproveitei e instalei uma tomada no painel do barco, dessas de acendedor de cigarro em automóveis. A tomada que havia no painel era de um modelo completamente ultrapassado e que não tinha qualquer serventia. Agora, posso, dentre muitas outras utilizações, ligar o DVD Player para o Gustavo ficar assistindo aos filminhos dele.

 



Bateria com carga alta (luz amarela) e a placa mandando carga (luz verde)

Painel com a tomada antiga

Nova tomada, no estilo acendedor de carro

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

UM FINAL DE SEMANA QUASE PERFEITO


Fazia mais de 1 mês que o MYSTIC não recebia a nossa visita e isso vinha me incomodando, afinal, o que estraga um barco não é o seu uso e sim, a falta dele. Os compromissos intermináveis de uma família que tem um filho pequeno acabam dificultando um pouco nossas idas à Angra.

 
Nesse final de semana tínhamos um evento da creche do Gustavo e o tempo também estava meio "engonhado". Isso estava me deixando desanimado para viajar, mas o Ulisses (veleiro Coronado) - meu parceiro de sempre, botou uma pilha para um encontro do MYSTIC com o Coronado em alguma enseada da Ilha Grande e, também sentindo que a galera da creche estava meio desanimada para o tal evento, não foi difícil decidir partir pra Angra.

Nas últimas vezes em que fomos pra Angra dos Reis, nosso destino foi o Sítio Forte - ou pro Bar do Lelé, ou para a praia ao lado (Tapera), para o Bar da Telma. Além de ser a parte da Ilha Grande que eu mais gosto, definitivamente nos é o mais prático, em termos de logística para o nosso pequeno. Apesar dessa praticidade toda, eu já estava incomodado com a possibilidade de visitar tantas outras enseadas que a Ilha nos oferece e nós sempre rumando para o Sítio Forte. Decidimos então, dessa vez, visitar o Bar do Cadiquinho, com sua excelente culinária, localização intimamente ligada à natureza (fica dentro de um mangue) e o ambiente acolhedor à comunidade velejadora. Sendo assim, a proa do MYSTIC apontaria mais para SE, com destino ao Saco do Céu.

 
Já em Angra, após o tradicional ritual, de chegar ao clube, dar almoço pro Gustavo e preparar o barco, icei as velas para zarpar. Ao abrir a capa da mestra, para minha surpresa, dois ninhos de passarinho - um deles com dois ovinhos cairam no convés do MYSTIC. Os ovos não se quebraram, mas o estrago já estava feito: eu havia tirado o ninho de um ponto que não percebi e mexi nos ovinhos. Naquele momento fiquei muito triste em destruir duas pequenas vidas. Precisou a Renata me chamar à razão e me lembrar que esta é a ordem natural da vida. Que algumas vidas se perdem e outras florescem. Que poderia ser algum predador roubando violentamente os ovos da mamãe passarinho ou coisa pior. Engoli a tristeza e ofereci aquelas pequenas vidas ao mar.

Partimos do clube com a mestra rizada e a genoa 100%, pois o Ulisses havia ligado avisando que ventava um W acima de 15 nós no canal entre a Ponta Leste e a Ilha dos Macacos. Como estava com o Gustavo a bordo e tocando o barco sozinho (a Renata fica full time de olho nele e estava sem o Jarbas - nosso piloto autoático), essa foi a providência mais prudente que tomei.

Ao sair da baía do Porto de Angra, medi um vento de 16,4 knots. Como ele entrava de alheta nas velas do MYSTIC, icei completamente a mestra e segui viagem. Mesmo com os panos todos em cima,  o barco permanecia estável, mas seu desempenho estava pífio, por causa das cracas no casco, além de estarmos rebocando um botinho. Devido ao adiantado da hora e o desejo de não chegar de noite no Saco do Céu, liguei o motor em marcha lenta para ajudar o velejo.

Ilha Saracura
Quase na Ponta Leste, em frente à Ilha Saracura, encontramos o Coronado e seguimos lado a lado, tirando fotos e filmando nossos barcos. Foi uma velejada gostosa, com um clima bastante agradável. Adentramos o Saco do Céu com a tarde caindo e cada um pegou uma poita em frente à foz de um riacho, onde um pouco acima fica o restaurante do Cadiquinho.

Imediatamente surgiu um bote de fibra para nos buscar, direto das entranhas do mangue. O traslado para o retaurante foi um passeio a parte, onde avistamos pequenos caranguejos e algumas aves. O legal foi perceber a preocupação do Cadiquinho com a preservação daquela área. O piloto manobrava o barco com cuidado e vi algumas placas avisando que ali era área de preservação.


O mangue, visto da mesa do restaurante do Cadiquinho

Já no restaurante, enquanto o Gustavo corria pra lá e pra cá, tivemos a companhia do Cadiquinho em nossa mesa e, entre uma cerveja e outra, nos deliciamos com um polvo ao vinagrete ofertado pela casa. Nosso almojanta foi uma bela moqueca que, como sempre, estava uma delícia.

Fim de noite no cockpit do MYSTIC
Mais tarde, após um papo pra lá de animado, voltamos nós e a turma do Coronado para o MYSTIC onde ainda estendemos nossa conversa até mais tarde, quando o sono já falava alto. Fomos dormir ao som de uma leve chuva que caiu durante a noite e que ajudou a refrescar o calor que mesmo de noite, não diminuia.


O domingo amanheceu ensolarado e sem vento. Logo após o café da manhã oferecido a bordo do MYSTIC, pulei na água com meu pequeno e pela primeira vez em nossas vidas, nadamos juntos e brincamos no mar, com o Gustavo completamente solto. Esses momentos são uma dádiva de Deus. Como se não bastasse a alegria de ter um filho como o que tenho, tê-lo brincando comigo no ambiente que mais gosto (o mar) e ao lado do meu barco, é impagável!!!



Momento impagável

Após o lazer, ainda aproveitei a ajuda do Ulisses e raspamos o fundo do MYSTIC, que não tinha cracas, mas estava cheio de uma vegetação meio esponjosa e que saía facilmente com a espátula.

Deixamoso Saco do Céu a motor, com o céu ficando um pouco nublado e uma leve brisa de E/SE soprando. O Coronado tomou seu caminho de casa, rumo ao Portogalo e nós, próximo do TBIG (Terminal da Petrobras na Ponta Leste), cortamos máquina e velejamos de asa de pombo até a entrada do Porto de Angra, quando iniciei a faina de guardar tudo para não perder tempo na poita com arrumação.



Velejando de volta pra casa

Tão logo amarrei o MYSTIC em sua poita, as mamães passarinhos começaram a sobrevoar a retranca do barco em busca de seus ninhos. Uma até tentou entrar por dentro da capa, mas nossa presença a espantou. Confesso que meus olhos marejados e olhava pro Gustavo e pensava no amor que sinto por ele...

Mais um final de semana se acabava, porém as boas recordações e as emoções que vivi ainda durarão mais um tempo para se apagarem. Talvez o tempo suficiente para voltarmos para aquele paraíso e vivermos nossa aventura a bordo do MYSTIC.

Até a próxima!!!

Ulisses, filmando e fotografando o MYSTIC


MYSTIC e Coronado, nas poitas do restaurante do Cadiquinho


MYSTIC, no Saco do Céu


Desde perqueno, se divertindo dentro de barco


Pico do Papagaio, visto de outro ângulo


Comandante, curtindo a velejada

domingo, 30 de setembro de 2012

DIA DE AJUDAR OS AMIGOS

No último sábado, atendi uma convocação do meu amigo Ulisses e uni o útil ao agradável: fomos levar seu veleiro - o Coronado, do Portogalo para a Marina Verolme, onde o barco foi docado para pintura de fundo e polimento do costado.

Para a empreitada, além do comandante Ulisses e eu, foram escalados nosso amigo Luciano Guerra - nativo da Ilha Grande e comandante do veleiro Araiti e o Chico, da Metalúrgica FOCH - já que também pretendíamos tirar o leme para trocar as buchas do eixo e não há ninguém mais qualificado que o Chico pra isso. A Marcela (esposa do Ulisses) também fez parte da trip, porém, responsável pelo apoio em terra, ou seja, ela nos deixou em Portogalo e foi de carro nos buscar na Verolme.

Acompanhe como foi a faina através da narração das fotos abaixo:


Saímos de Niterói às 6h30 para chegarmos cedo em Portogalo e logo zarparmos rumo ao Verolme. Na foto acima, o Coronado em sua vaga no Pier. Note as algas no leme do barco.

Chico esperando para embarcar

Mal safamos o enrocamento de entrada do Portogalo, tratamos logo de içar as velas, pois o dia lindo e o vento generoso que já soprava aquela hora da manhã nos convidava para uma velejada inesquecível.

Ulisses e Chico. Essa dupla tem muito história pra contar! (rs)

Vento E de 15 nós e excelente clima a bordo. Não há nada melhor do que uma velejada entre amigos! Na foto acima, Luciano a BE, eu no leme e o Chico a BB. Aproveitei a velejada e levei meu tablet, para testar o Navionics - um aplicativo que certamente vai substituir os chartploters nos barcos. Nele verificamos uma velocidade média acima de 6 nós (com casco sujo).



Pouco mais de 1 hora depois de zarparmos de Portogalo, chegamos à Marina Verolme.

O Coronado, já atracado ao pier da Marina Verolme, aguardando a maré encher para iniciarmos a faina de retirada do barco da água. Não sei quanto o Ulisses está pagando por essa brincadeira, mas nesse momento percebi a alta qualidade no atendimento da Marina.

O Coronado já fora d'água, sendo levado pelo travel lift para a área de reparos da Marina. Lembra da primeira foto (acima), com o leme todo cheio de algas etc? Nada como uma boa velejada, acima dos 6 nós para dar uma limpada parcial no casco! (rs)

Realmente, a estrutura da Marina é muito boa! Com o travel lift não é preciso, sequer, tirar o back stay do barco e seu transporte é feito com muita segurança e sem solavancos por corredores largos, num ambiente limpo e organizado.

O Coronado pesa exatas 4 toneladas (sem o Ulisses a bordo - rs)

Outro detalhe digno de registro: O barco só foi liberado para início do serviço por volta de 15h30 do sábado. Quando a maioria dos profissionais já estariam dando alguma desculpa pra irem embora e deixarem o início das atividades para 2ª feira, a turma do André (profissional contratado para o serviço) caiu pesado no trabalho, para adiantar ao máximo a estadia do barco em seco.

Enquanto o pessoal já raspava e lavava o fundo do Coronado, o Ulisses e o Chico subiram a bordo para soltarem o leme, enquanto eu e o Luciano... bem, alguém tinha que ficar de stand by se precisassem de alguma ajuda extra. (rs)

Não é fácil ser esposa de velejador fissurado. A Marcela merece um prêmio!!!



É isso aí, pessoal!!! Depois eu posto as fotos do final da "operação".

Aliás, essa aventura também pode ser acompanhada no próprio Blog do Coronado.

www.aventurasdocoronado.blogspot.com.br



quarta-feira, 8 de agosto de 2012

DE VOLTA À TAPERA


Olá pessoal!


Final de semana passado foi de passeio em Angra.

O amigo leitor deve até achar a história meio monótona, já que partimos do clube (ARMC) e acabamos indo novamente para o Sítio Forte. Só que desta vez fomos para outra praia, dentro daquela mesma enseada: a da Tapera, onde fica o Bar da Telma. A história é legal e com retoques de agitação. Leia até o final que você não vai se arrepender. (rs)

A semana cansativa, com muito (muito mesmo) trabalho, pedia um finalzinho de semana no paraíso sem muitos afazeres. O que eu queria mesmo era descanso e poder nadar com meu filhote nas águas calmas da Ilha Grande. Fazia mais de 1 mês que não visitávamos o barco em Angra, pois este é um período do ano em que temos uma série de compromissos e os passeios acabam ficando em segundo plano. Havíamos combinado com nossos parceiros de sempre - o Ulisses e a Marcela, do veleiro Coronado, de irmos para o Saco do Céu, onde encontraríamos com o Luciano (veleiro Araiti), no restaurante do seu tio, Cadiquinho. Conversando com outro amigo, o Mario Grillo, do veleiro Taormina, soube que ele estaria levando seu barco para Angra na 6ª feira e que passaria uns dias passeando pela região. Não combinamos nada de específico, a não ser da possibilidade de nos encontrarmos em algum destino. 

A já tradicional foto do Mystic chegando ao Sítio Forte,
com a Praia da Tapera ao fundo
A semana foi transcorrendo e, acompanhando a evolução da previsão do tempo para o final de semana, constatei a chegada de uma frente no domingo de tarde. O percurso de ida do ARMC para o Saco do Céu é uma velejada para E, passando por um estreito formado pelo continente e a Ilha dos Macacos. Com a volta programada mais ou menos para o mesmo período da chegada da frente fria, sabia que naquela passagem poderia pegar o SW da frente canalizado e pela proa, o que deixaria o retorno do passeio arriscado e cansativo. Conversando com o pessoal, acabamos decidindo ir para o Sítio Forte mesmo, pois meu retorno (e do Mário) para o clube seria com vento de alheta e o Ulisses e o Luciano retornariam com vento de popa.

Almoço a bordo
Como sempre, chegamos eu, minha esposa e nosso pequeno, sábado no ARMC, próximo à hora do almoço e, sem perder tempo, fomos logo para o barco. Arrumei rapidamente tudo, subi a mestra e zarpamos. Dessa vez, resolvemos não perder tempo almoçando no clube. A idéia era almoçar a bordo, durante a travessia. Para o cardápio teríamos panquecas de carne (dessas que se compra pronta) pra mim e pra Renata e papinha de estrogonofe para o Gustavo. Foi a primeira vez que testamos o forno do Mystic.

Saímos com um belíssimo sol e temperatura extremamente agradável. O vento estava muito fraco de E, o que nos fez motorar durante toda a travessia. O Mário me ligou, avisando que já estava em Sítio Forte, almoçando no Bar do Lelé e combinamos de nos encontrar mais tarde no bar da Telma.. O Ulisses estava finalizando os preparativos para zarpar de sua base, em Portogalo e o Luciano, não consegui contato. Aliás, tentei durante todo o final de semana e não consegui encontrá-lo. Foi uma pena, pois fez falta no nosso encontro.

A galera, no Bar da Telma
O Bar da Telma (que na verdade chama-se Recanto dos Maias) não tem a infra-estrutura do Bar do Lelé, por exemplo, mas considero um lugar muito mais aprazível, menos cheio e mais frequentado por velejadores, além de um atendimento quase familiar, com comida deliciosa. Pra quem puder ir lá um dia, não deixe de pedir uma Lula empanada e um Leite da Macaca - drink a base de coco e canela.

Passamos o resto da tarde e noite jogando conversa fora até que a bateria do pequenino acabou e o sono também nos tomou de assalto. Fui dormir logo, pois estava ansioso pelo dia seguinte para nadar com o Gustavinho.

O dia seguinte amanheceu com sol e uma leve e gelada brisa de SW. Fomos tomar café da manhã a bordo do Coronado e nos preparar para desembarcar na praia. Conversando com o Ulisses, ele comentou que na noite anterior havia um grande halo em volta da lua.

Café da manhã no Coronado
Nas palestras que já assisti sobre meteorologia, aquele seria um dos sinais da aproximação da frente. Infelizmente meu banho de mar com o Gustavo teve que ficar para uma outra oportunidade, pois o tempo começou a fechar, o vento parou e o clima ficou meio abafado - todos indicativos que o vento pré-frontal estava se aproximando. Resolvemos todos suspender e retornar para nossos clubes, antes que a frente chegasse.

Ajeitei o Mystic mais ou menos para poder tocar o barco com conforto e segurança, caso o vento entrasse e nos pegasse no meio do caminho. A verdade é que largamos a poita da Telma já sob as primeiras rajadas do pré-frontal. Tanto o Mystic quanto o Taormina partiram a motor, sem velas armadas e antes mesmo de sairmos da enseada do Sítio Forte, o SW já soprava vigoroso fazendo carneirinhos ali dentro como nunca tinha visto. O Mario optou por continuar motorando em seu retorno ao clube e eu, reduzi a marcha do motor para menos da metade (para continuar carregando a bateria) e abri uma "cuequinha" de genoa, de mais ou menos 1 metro. Com essa configuração, meu Fast 310 com fundo recheado de cracas (afinal, acabei não mergulhando, lembra?) andava mais ou menos o mesmo que o Delta 26 do meu amigo.

O vento já soprava forte e produzia borrifos, então resolvemos levar o Gustavo para dentro da cabine, mas alguns minutos depois, a Renata voltou com ele para o cockpit, ficando na entrada da cabine, pois achamos que ele ficou meio "murchinho", dando indícios que poderia estar mareando. Eu arriscaria dizer que o vento soprava acima dos 20 nós, com algumas rajadas beirando os 30. O mar levantou incomodamente e algumas marolas estavam estourando. No meio do caminho, já sem a proteção de qualquer ilhota, a combinação vento/ondas deixou a velejada bastante desconfortável, com o barco balançando muito e sacrificando bastante o leme. Procurei usar de toda minha experiência (que não é muita) para não forçar o governo do barco e surfar algumas ondinhas. Nosso anjinho, ao sabor de todo aquele turbilhão, pegou no sono, no aconchego do colo aquecido da mãe. Uma cena linda de ver.

Chegamos ao Clube no momento em que o vento praticamente parou, o que, pra nossa sorte, foi bom, pois facilitou bastante a aproximação e amarração do barco em sua poita. A parte ruim foi que, com o pré-frontal tendo passado, a chuva veio na sequência e nos pegou no exato momento em que deixávamos nosso querido Mystic no seu lar. Tirei meu casaco de tempo e o enrolei no pequenino e ainda abracei  mãe e filho, tentando protegê-los um pouco. Mesmo molhado, estava feliz, pois tudo correu bem e o barco aguentou firme e seguro as intempéries.

Agora é reagendar nosso passeio para o Saco do Céu, antes de fazer a travessia de volta à Niterói, onde pretendo realizar algumas manutenções no barquinho.

Até a próxima!

Desbravando novos cantos do barco

Bar da Telma
MYSTIC na Tapera

Não basta ser pai. Tem que participar

A Marcela é uma excelente cozinheira
O botinho surfava as marolas

Não faltou vento para o retorno ao clube

O vento levantou o mar