domingo, 28 de junho de 2015

PLACAS SOLARES - PARTE 2



Ficaram bonitas ou não ficaram?!!! (rs)

Olá Pessoal,

Demorei, mas terminei, eu acho... Vou explicar:

Neste final de semana consegui concluir a instalação das placas solares na targa que mandei fazer na Kisombra. Ficaram muito bonitas e funcionais, mas não fiquei tempo suficiente no barco para testar o equipamento.

O dia (de muito trabalho, diga-se de passagem) começou com a desmontagem da placa solar que eu tinha instalado em 2012 (http://www.veleiromystic.blogspot.com.br/2012/10/novos-equipamentos.html). A placa de 20W instalada naquela estrutura ganhou um lugar na targa que fiz no MYSTIC.

Só para lembrar, esta placa foi instalada para manter a bateria do motor (e só ela) estimulada durante os períodos de inatividade do barco. Em outras palavras, como muitas vezes passo mais de 1 mês sem visitar o MYSTIC, seria muito desagradável chegar lá e não conseguir ligar o motor porque a bateria arriou.

Aliás, um fato curioso e altamente preocupante ocorreu desde o início da instalação das placas novas no barco. É que desta vez, cheguei lá e ao tentar ligar o motor, ele não pegou. A impressão que deu é que não havia energia suficiente na bateria para girar o motor de arranque.

Na primeira etapa da instalação das placas, eu deixei toda a parte elétrica pronta, o que significou, dentre outras coisas, ter conectado as baterias de serviço ao novo controlador MPPT.
Até aí tudo bem, mas quando fui acondicionar os conectores do lado externo (lá na targa) para guardá-los até minha volta, eu tinha resolvido deixar o conector positivo ligado ao negativo o que, claro, fechou o circuito, já que lá embaixo estava tudo ligado. Resolvi o problema desconectando o fio negativo da ligação que tinha feito lá na bateria e deixei-o jogado ali por baixo. Neste final de semana, para minha surpresa, o conector na ponta do fio que ficou jogado estava completamente corroído, como se estivesse mergulhado em um ácido. Deve ter dado alguma corrosão pelo fato de ele ter ficado ali, energizado.

O que isso tem haver com o problema da bateria do motor, não sei, até porque o problema foi na ligação das baterias de serviço, que teoricamente (e segundo o eletricista que fez a revisão, na época) são isoladas da bateria do motor e que, ainda por cima, não descarregaram. Mas estou rezando para haver alguma associação, pois caso contrário, tenho um problema novo para resolver e, o que é pior, no motor.


Voltando à faina da instalação das placas, fixei com rebites cada uma ao perfil em "U" de alumínio. As placas maiores nos extremos e a plaquinha de 20W da bateria do motor, no meio. Depois, encaixei os perfis (o da travessa da frente da targa e o da travessa traseira) na targa e então foi só prender o conjunto com as braçadeiras.

Feito tudo isso, cobri as placas com papelão para que elas não "enxergassem" o sol e, consequentemente, não gerassem energia. Essa é uma recomendação do fabricante, para evitar choques e curto circuito na hora da ligação final do sistema. Na sequência, procedi a ligação das placas grandes (as de 95W, das baterias de serviço) em série (conforme minhas convicções após o teste que tinha feito no clube) e depois a pequena.


A melhor prova de que ligar em série foi uma decisão acertada foi a medição que fiz após a instalação. O trabalho foi terminado mais para o fim da tarde e a plaquinha de 20W estava gerando aproximadamente 4,5V enquanto as outras placas, em série, produziam algo perto de 22V. O que verifiquei foi que o controlador da plaquinha, por falta de tensão, já havia desligado e não carregava mais a bateria do motor, que mediu 10,6V naquele momento. Já o controlador MPPT, continuava com a luz de carga acesa e entregava 13,4V. Nada mal...

E assim concluí mais uma melhoria no MYSTIC. Fico devendo o comentário sobre o desfecho da bateria, que irei conferir na próxima vez que for a bordo.


Bons Ventos e até a próxima.



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sábado, 13 de junho de 2015

PLACAS SOLARES - PARTE 1

Olá Pessoal,

As placas solares do MYSTIC já estão compradas e testadas, mas ainda não as instalei.

Na verdade, eu estava esperando fazer a instalação e só então publicar uma postagem de todo o processo, mas como estou tendo algumas dificuldades, resolvi separar o processo em dois capítulos, para o assunto não ficar esquecido. O fato é que a fiação e o controlador já estão instalados no barco, mas ficou difícil furar a targa para fixar as placas. Então, resolvi copiar a solução do Caulimaram - barco do meu amigo Ulisses Schimmels, e utilizar um perfil de alumínio, fixado à targa por braçadeiras e onde as placas serão fixadas por rebites.

O Equipamento

Após consultar amigos, pesquisar na internet e efetuar alguns cálculos, entendi que a solução que melhor encaixaria no que tenho lá seriam duas placas de 95W, ligadas em série e controladas por um controlador MPPT. Sendo assim, adquiri na loja virtual NEOSOLAR duas placas Yingli Solar, de 95W cada e um controlador EpSolar, de 20A.



A escolha foi baseada no seguinte racional:

Meu consumo estimado diário no barco é de aproximadamente 120A. Segundo as especificações da placa solar, ela produz, em média, cerca de 36,6A por dia, considerando uma insolação média de 7h/dia. As duas placas gerarão, então, 73,2A por dia. A conclusão inicial é que faltam 46,8A a cada dia e esse deficit de amperes será fornecido pelas duas baterias estacionárias de 115A (230 disponíveis) que vou comprar.

Considerando que o uso do barco se dá somente em finais de semana (2 dias em 7 disponíveis), toda a perda sofrida pelas baterias seria reposta nos demais dias da semana (5 dias).

Nesta conta, não estou considerando o  ganho de eficiência de até 30% que dizem haver na utilização de controladores MPPT, nem o acionamento eventual do motor do barco, cujo alternador (60A) também contribuiria para a recuperação das baterias.

Bem, definido e adquirido o equipamento, o próximo passo seria testar o material e definir a ligação mais eficiente das placas, se em série, ou em paralelo. Para tanto, levei a parafernália para o clube e montei o conjunto no gramado.


As placas ligadas em paralelo

Os testes foram realizados entre 11h30 e 12h30, num dia sem nuvens no céu e temperatura aproximada de 30 graus.

Utilizei provisoriamente fios de 2,5mm (o recomendado são 4mm, mas como a distância era curta, não houve problema) e uma bateria Zetta de 36A. N
o teste, na impossibilidade de reproduzir completamente o ambiente do barco (geladeira, lâmpadas etc), liguei na bateria somente uma bombinha que tinha em casa, para gerar alguma demanda de corrente, já que a bateria estava completamente carregada.

Os painéis ficaram no chão, na horizontal (é nessa posição que ficarão no barco), formando, consequentemente, um ângulo de incidência em relação ao sol e a amperagem foi medida simultaneamente entre as placas/controlador e controlador/bateria.

As medições foram feitas, então, com os painéis ligados em paralelo, e depois em série.

A esquerda, amperagem vinda das placas ligadas em série. A direita, do controlador para a bateria

Acho que as fotos das medições podem dizer por si mesmas. Com a placa ligada em série, o controlador "consumiu" menos corrente das placas (1A/h) e "entregou" mais para a bateria (2,58A/h). Na ligação em paralelo, essa relação foi de 2,15A/h chegando das placas e 2,72A/h indo para a bateria. Vale lembrar que coloquei um multímetro no positivo que saiu da placa e foi para o controlador e outro multímetro no positivo que saiu do controlador e foi para a bateria.

A medição das placas ligadas em paralelo

Outro detalhe: em paralelo, a tensão medida foi de 19,7V (entre as placas e o controlador) e em série, ela caiu para 15,4V (entre as placas e o controlador). Fiquei surpreso, pois achava que em série, a voltagem seria dobrada, mas não foi o que aconteceu. Talvez eu tenha feito alguma medição errada, mas...

Bem, feitas as observações, minha conclusão foi que, com as placas ligadas em série, o sistema se mostrou mais eficiente e essa é a configuração que vou usar.


Até a próxima!



terça-feira, 21 de abril de 2015

MAIS ALGUMAS MELHORIAS

Olá amigos,

Esta semana conclui mais uma etapa de alguns investimentos que fiz no MYSTIC.

Só para recordar, eu adquiri o barco no início de 2011 e ele encontrava-se meio que abandonado, sem qualquer manutenção. Desde então, troquei todo o sistema de propulsão (eixo, hélice, buchas, porta gaxeta, etc), mandei o motor para um especialista revisá-lo completamente e instalá-lo corretamente, revisei toda a parte elétrica, troquei as lâmpadas por leds, refiz totalmente o fundo do barco (incluindo o gel), repintei a máscara das vigias do convés, mandei polir o costado, comprei velas novas com o Arnaldo (Cognac

Antes
Velas), troquei bimini, VHF, som, bomba de porão, consegui fazer os instrumentos funcionarem novamente, troquei os cabos da balaustrada, redinha no guarda-mancebo, tirei o carpete fedorento de dentro da cabine e muitos outros itens menores que não lembro agora. Tenho consciência que ainda faltam muitas coisas para o barco ficar do jeito que eu gosto, mas devagarzinho estou caminhando.

Esta etapa começou com o atendimento a uma crítica da minha esposa, de que a conservação dos nossos alimentos perecíveis a bordo com um igloo cheio de gelo era uma tarefa desestimulante, porque quando o gelo derretia, as coisas começavam a boiar e muitas vezes molhavam, fora que a caixa térmica suava e acabava molhando o piso ...
Durante

Bem, desisti de recuperar a geladeira velha que tinha no barco (embora ela funcionasse bem, o gás vivia vazando e a caixa térmica era nojenta) e comprei uma nova, da Elber.

Agora que tenho uma geladeira operacional, novas providências precisam ser tomadas com uma certa urgência, que é o investimento em capacidade de produção de energia a bordo. Sendo assim, decidi instalar placas solares no MYSTIC e trocar as baterias de serviço, hoje automotivas, por baterias estacionárias. O primeiro passo já foi dado e merece um destaque: encomendei uma targa na capotaria Kisombra, em Paulínia (SP).
Depois
A targa é um acessório necessário quando se precisa instalar placas solares num barco. Os módulos ficam em cima da targa, num local que não ocupa espaço e não há risco de batermos com a cabeça. A minha, como escrevi acima, foi encomendada ao Edmundo, dono da Kisombra. Fiquei muito feliz e com a certeza de que fiz um bom negócio, pois fui muito bem atendido desde meu primeiro contato até a instalação final. Tudo que foi combinado, foi cumprido à risca! Prazos, valores, especificações técnicas, tudo!!! O Edmundo é engenheiro (embora não do ramo) e consegue-se dialogar tecnicamente com ele. O soldador que o acompanhou na instalação é um senhor com cursos na sua área de atuação (caldeiraria) e com larga experiência no assunto. Com toda a dificuldade de se trabalhar com o barco na água, o cara foi lá e fez um bom serviço.

A nova targa do MYSTIC

Outro ângulo
Agora, com a targa já no lugar e a geladeira funcionando, o próximo passo está sendo estudar a melhor configuração de módulos solares e controlador de carga. De acordo com o espaço disponível que tenho na targa, a princípio estou imaginando duas placas de 95W cada e um controlador de 20A, de tecnologia MPPT. Mas esse será assunto para a próxima postagem. Até lá!


Bons Ventos.




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quarta-feira, 25 de março de 2015

CARNAVAL NA BAÍA DA ILHA GRANDE

Desde o ano passado adotamos uma tática diferente para curtimos nosso Carnaval na Baía da Ilha Grande. Embora resulte na perda de preciosos dias para passear ou simplesmente curtir o barco, agora vamos pra lá somente depois do início do feriado e procuramos voltar antes do fim. Tudo isso para tentarmos fugir dos cada vez mais estressantes engarrafamentos que se formam no trajeto até Angra dos Reis - local onde fica o MYSTIC.

O MYSTIC, rumo ao ICAR
Em 2014, partimos para Angra somente na 2ª feira de Carnaval e retornamos na 5ª feira. Ainda assim pegamos engarrafamento. Esse ano, como conseguimos liberação no trabalho para emendar o Carnaval ao final de semana seguinte, resolvemos partir para lá somente na 5ª feira após o feriado, com retorno previsto para o sábado. Foi ótimo, pois não pegamos engarrafamento em momento algum, tanto na ida, quanto na volta.

Para 2015, combinamos com o casal de amigos Bernardo e Joana de nos encontrarmos por lá, fazendo uma programação diferente. Decidimos, então, que desta vez não iríamos para a Ilha Grande e, também, aproveitaríamos um pouco mais dos nossos clubes (o do Mystic - ARMC e o do Verona - ICAR).

Na 5ª feira, após o tradicional almoço no clube, depois a faina de dar uma limpeza rápida no barco e carregar a bagagem, zarpamos com destino ao ICAR, para encontrarmos com nossos amigos. A travessia, de  aproximadamente 10 MN, foi cumprida em pouco menos de 2h30 - o tempo todo no motor, já que o vento não deu o ar da sua graça. O mar calmo, só ficou desconfortável quando cruzamos o canal que separa a Ilha da Gipóia e o continente, devido ao grande tráfego de lanchas, que deixou o mar do local bastante agitado.


Fim de tarde na varanda do ICAR

Chegamos ao ICAR no meio da tarde e já encontrei o Bernardo fazendo manutenção no seu barco - um belo Fast 310 (assim como o MYSTIC). Após desembarcar minha esposa e meu pequeno no cais do clube, consegui uma poita emprestada para amarrar o barco e logo em seguida, comecei a inflar nosso stand up. Engraçado que essa faina me cansou bastante e comecei a sentir uma moleza incômoda. Remei até a praia do clube, onde as esposas estavam com as crianças e sentei numa cadeira para me recuperar. Renata também estava com dor de cabeça, de modo que curtimos o fim de tarde um pouco amuados.

Com a chegada da noite, senti que estava com febre. Ventava um N/NE firme e isso significava ter que remar vigorosamente o stand up para vencer o contravento até o barco. Isso levando esposa e filho na prancha. Após uma breve conferência com a família, resolvemos aceitar a sugestão do Bernardo e alugar um chalé do clube para passar a noite. Foi a decisão mais acertada! Nada como um banho quente e uma cama macia para recuperar a saúde.

O Verona e sua tripulação, rumo à Paquetá
Ficamos na varanda do clube curtindo o local e o fim de tarde. A nós juntaram-se os convidados do Bernardo - Marcelo, sua esposa Renata e seus filhos. O papo rolou até mais tarde, mas logo me recolhi para tentar me recuperar.

A 6ª feira amanheceu ensolarada e com o N/NE firme como na noite anterior. Aliás. o vento soprou generoso a noite inteira ,mas derrubado com estava, não consegui forças nem pra levantar e olhar o MYSTIC da janela, pra ver se ele se comportava em sua poita. Levantamos um pouco tarde e logo fomos para o restaurante tomar um café da manhã. Havíamos combinado passar o dia na Ilha de Paquetá, 6 MN a SW do clube. Zarpamos do ICAR no final da manhã para cumprir o trajeto num mar de almirante e vento quase zero, pra decepção do Bernardo, que estava ávido por dar uma velejada com sua família e amigos. 

A Ilha de Paquetá não chegava a estar lotada, mas a praia estava cercada de lanchas. Jogamos âncora um pouco mais pra fora, junto a um costão muito bonito. A turma toda logo tratou de pular naquela água transparente e curtir o local. Aos poucos o pessoal foi nadando para a praia enquanto eu peguei o stand up e fui explorar aquele cantinho de paraíso. Como boa parte dos recantos da Baía da Ilha Grande, ali em Paquetá também mora uma família de pescadores que servem, na praia ou nos barcos, almoço e tira gostos de frutos do mar frescos.

Diversão na praia
Claro que degustamos diversos pasteiszinhos, peixe assado etc. Logo começou a soprar um vento S/SE típico dessa época do ano naquela região, que naquela praia atravessa a ilha de um lado para o outro. Passamos aquela agradável tarde curtindo o local e brincando com as crianças na areia e na água. Na hora de ir embora, receosos de nossa condição física e já planejando o retorno à Niterói no dia seguinte, zarpamos de Paquetá diretamente para o nosso clube, enquanto o Verona finalmente abriu suas velas e tomou o rumo de volta ao ICAR, velejando.O MYSTIC também abriu panos no caminho de volta, mas não demorou muito para acionarmos o motor, pois quanto mais próximo do canal da Ilha Gipóia, menos ventos alcançava nossas velas.

Chegamos ao ARMC bastante cansados, mas nem por isso deixamos de curtir o resto do dia na piscina do clube. Curtimos nosso filhote um montão e depois fomos tomar banho e nos preparar para sair e fazer um passeio urbano: fomos jantar no Shoping Pirata's Mall.

MYSTIC no rumo de casa

Não dormi muito bem a noite, mas pelo menos consegui descansar. No dia seguinte fui acordado com a presença de amigos no cais, quando vi a turma do veleiro Ninahai. Assim que eles partiram, fomos eu, Renata e nosso pequeno pro restaurante tomar nosso café.Após nos alimentarmos, demos uma arrumada no barco, fechamos-o e tomamos nosso caminho de volta para casa.

Embora curto, foi um passeio incrível, não só pela pequena velejada, mas pelo belíssimo local que visitamos, pela maravilhosa ilha que passamos o dia e, claro, pela companhia de amigos que tanto gostamos.



Até a próxima, MYSTIC !!!

Mamãe e filho, curtindo Paquetá

Águas indecentemente transparentes

MYSTIC e VERONA: Dois Fast 310 em Paquetá

Também tenho direito!!! (rs)
 
Igreja do Bonfim, na ilhota de mesmo nome

Velejada no fim de tarde

Curtindo o clube

Amor impagável



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sábado, 27 de dezembro de 2014

FELIZ NATAL ATRASADO !!!!

Pessoal,

Entre trabalho, festas, compromissos, preguiça etc, o já tradicional post de Natal não saiu na data certa.

 


Mas acho que ainda dá tempo de desejar a todos meus mais sinceros votos de um Natal de Paz. Que essa data seja um motivo de reflexão, onde possamos buscar dentro de nós motivos e justificativas para ajudarmos o próximo, para praticarmos o bem e para tornar este um mundo melhor e menos desigual.








Que em 2015 a riqueza nos seja dada por uma situação de crescimento pessoal, que não percamos de vista o real significado de enriquecer que no fundo é despertar em nós mesmo o que nascemos para ser.
 
O ano que inicia será um desafio, mas sejamos gratos. Afinal, como diria o tal mago “Tudo o que temos que decidir é o que faremos com o tempo que nos foi dado”. Aproveite o tempo e lembre que tempo não é só dinheiro.


Bons Ventos

Lauro Valente & família